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França reage às confissões de Strauss-Khan

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França reage às confissões de Strauss-Khan

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Depois da confissão as reações. Em França os jornais desta segunda-feira viram atenções para a entrevista de Strauss-Khan, de domingo à televisão estatal francesa.

Entre os políticos, e consoante a sua filiação, as opiniões divergem.

“Parece-me que ele deu todas as respostas que podíamos esperar sobre os incidentes que ocorreram no hotel Sofitel e sobre como foi acusado e como essas acusações caíram por terra”, explica Jack Lang.

Se para os socialistas as dúvidas estão esclarecidas para o líder da UMP, União para um Movimento Popular, a análise é diferente.

“Penso que a entrevista era inevitável mas considero-a pateticamente triste”, afirma Jean François Copé.

No país não se fala de outra coisa e mesmo entre a população as opiniões são diferentes.

“Não me pareceu sincero, pareceu-me que foi tudo preparado e um pouco hipócrita.”

“Ele reconheceu os erros, assumiu que falhou, não podemos pedir-lhe mais do que isso.”

Strauss-Khan reconheceu os erros mas perdeu a oportunidade de candidatar-se à presidência francesa, em 2012 e continua na mira da justiça americana.