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A Rússia não quer mais kalashnikov

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A Rússia não quer mais kalashnikov

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O Ministério da Defesa russo suspendeu este ano a compra das metralhadoras AK-74, alegando que estão ultrapassadas.

O Exército russo tem armazenados milhões de unidades da AK-74, que começou a comprar ainda nos tempos da União Soviética.

Tendo em vista o programa de modernização das Forças Armadas, os militares russos estão interessados em adquirir um novo e mais moderno modelo dessa arma, que num futuro próximo deverá ser lançado pela empresa Izmash, principal produtora de Kalashnikov.

O homem que deu o nome à metralhadora, Mikhail Kalasnikov, chegou mesmo a ser condecorado pelo governo russo numa cerimónia em 2009