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Quénia: Habitantes de Lamu temem o pior

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Quénia: Habitantes de Lamu temem o pior

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No Quénia, em Lamu, o medo e a revolta pairam no ar após uma cidadã francesa, idosa e com deficiências motoras, ter sido sequestrada por bandidos armados somalis, uma semana depois de uma britânica ter sido raptada e o marido assassinado.

A ilha de Lamu é um dos destinos de férias mais luxuosos do Quénia.

As areias brancas, águas cristalinas e a lista de celebridades que a visitam conferiram-lhe a reputação de refúgio exclusivo para quem quer estar longe da multidão durante as férias.

Abdul Alim é amigo da francesa sequestrada no sábado.

“Agora vemos onde está o erro. Ter uma marinha sem barcos é ter uma marinha que não está presente. O mesmo sucede com a polícia. Quando os chamámos à noite, estavam a tentar arranjar um barco de Peponi ou coisa parecida.

Têm um barco, e se calhar, não têm gasolina, ou então têm um barco, mas não há comandante.

Têm de trabalhar mais afincadamente nestes aspetos”, disse.

Os habitantes de Lamu estão preocupados com o impacto dos incidentes sobre o seu principal meio de subsistência, o turismo.

Proprietários de hotéis da ilha dizem que em alguns casos mais de 60 por cento das reservas para os próximos meses foram canceladas.