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China e Rússia vetam resolução da ONU contra regime sírio

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China e Rússia vetam resolução da ONU contra regime sírio

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China e Rússia vetaram no Conselho de Segurança das Nações Unidas a resolução que condenava a violência na Síria e abria caminho a sanções contra o regime de Bashar al-Assad.

O documento apresentado por Portugal, Alemanha, França e Reino Unido foi o primeiro a ser votado sobre o conflito na Síria no Conselho de Segurança da ONU.

O embaixador russo na organização justificou o veto pelo facto de Moscovo considerar “inaceitável a ameaça de um ultimato com sanções contra as autoridades sírias. Esta abordagem é contra o princípio de uma solução pacífica para a crise com base num diálogo nacional sírio.”

Rússia e China defenderam nos últimos dias que a resolução poderia abrir caminho a uma nova situação como a que se vive na Líbia.

A embaixadora norte-americana Susan Rice defendeu que “não se trata de intervenção militar, nem da Líbia. É uma artimanha barata daqueles que preferem continuar a vender armas ao regime sírio em vez de apoiarem o povo sírio.”

Longe da sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, e independentemente do resultado do voto no Conselho de Segurança, milhares de sírios voltaram a protestar um pouco por todo o país contra o regime de Bashar al-Assad.

Em Edleb, milhares de pessoas desfilaram pelas ruas com bandeirolas de apoio ao recém-formado Conselho de Oposição Sírio.