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O que vai ser da Apple sem Steve Jobs?

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O que vai ser da Apple sem Steve Jobs?

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Esta é a pergunta que muitos colocam depois da morte do homem que foi co-fundador, presidente e diretor-executivo da empresa norte-americana.

Jobs deixou a Apple em 1985. Voltou mais de uma década depois para presidente-executivo, cargo que abandonou este ano, por causa da doença.

“Não vou dizer que é o fim da inovação na Apple. Eu acho que a empresa vai continuar. Eles têm imensas pessoas fantásticas, mas estão a ser cada vez mais atacados por outras empresas, como a Samsung. Penso que sem o Steve Jobs, vai ser mais difícil para eles distanciarem-se”, afirmou o analista Mark Newman.

Steve Jobs criou o Macintosh e lançou o iPod, o iPad e o iPhone. Na terça-feira, um dia antes da morte do fundador da Apple, foi Tim Cook, o sucessor de Jobs, que apresentou o último modelo do iPhone.

Desde o regresso à Apple na década de 90, Jobs multiplicou o valor da empresa por mais de cem. De 3 mil milhões de dólares em 1996, a empresa passou a valer 340 mil milhões de dólares em agosto deste ano, tanto quanto os 32 maiores bancos da zona euro.

Alguns especialistas dizem que sem Jobs, a distância entre a Apple e as rivais tendem a diminuir.

Os smartphones e tablets Galaxy, da Samsung são vistos como os principais rivais do iPhone e iPad. A Apple e a Samsung têm-se processado mutuamente. Há mais de 20 casos em tribunal.