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Síria: Sexta-feira sangrenta

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Síria: Sexta-feira sangrenta

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Foi mais uma sexta-feira sangrenta na Síria.

Quinze pessoas foram assassinadas em diferentes províncias, vítimas da repressão das forças leais ao presidente Bashar al-Assad. Entre as vítimas encontra-se o líder da oposição curda e membro do Conselho Nacional da Síria, Mashaal Tammo.

Os Estados Unidos exigiram o abandono imediato de Assad do poder.

O presidente russo, Dmitri Medvedev, considerou que os líderes sírios devem afastar-se caso não procedam a “reformas indispensáveis.”

“Se os dirigentes sírios não têm capacidade para adotar reformas indispensáveis, então devem partir. Esta decisão não cabe à NATO ou a determinados países europeus, é ao povo sírio que cabe decidir”, avisou Medvedev.

No Líbano milhares de pessoas saíram às ruas em solidariedade para com o povo sírio. Os manifestantes protestaram contra o regime de Bashar al-Assad e contra a Rússia e a China que vetaram, terça-feira, no Conselho de Segurança da ONU um projeto de resolução sobre a repressão das manifestações na Síria.

Desde que os protestos começaram, em março, estima-se que mais de três mil pessoas tenham sido mortas.