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A violência volta a incendiar o Cairo

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A violência volta a incendiar o Cairo

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O primeiro- ministro egípcio denunciou a existência de um complô contra a união nacional depois de violentos confrontos entre cristãos, muçulmanos e as forças de segurança que causaram pelo menos 36 mortos e perto de duas centenas de feridos.

Trata-se do pior episódio de violência sectária desde a revolta popular que afastou do poder Hosni Mubarak, em fevereiro último.

Os funerais dos manifestantes mortos decorrem hoje na catedral copta no centro do Cairo sob rigorosas medidas de segurança

Os motins prolongaram-se durante noite, obrigando ao destacamento de um milhar de elementos das forças de segurança e de veículos blindados.

O primeiro-ministro egípcio, interveio para apelar à calma e à união da nação, neste discurso Esam Sharaf declarou que país está em perigo e que os distúrbios são parte de um complô contra o país apelou tambèm aos cristãos coptas e muçulmanos para não cederem aos apelos de revolta

O chefe do governo convocou um conselho de ministros de emergência, para “analisar as repercussões e os graves distúrbios”.

Os distúrbios no Cairo começaram durante uma manifestação de cristãos coptas, que protestavam contra um incêndio numa igreja.