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Sebastian Vettel: De "enfant terrible" a "menino prodígio"

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Sebastian Vettel: De "enfant terrible" a "menino prodígio"

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Ainda há pouco mais de um ano foi apelidado de ‘enfant terrible’. Hoje é o “menino prodígio” da Fórmula 1. A história ainda curta e o já longo palmarés de Sebastien Vettel teve mais um capítulo de glória, este fim de semana, no Japão.

Domingo, em Suzuka, o alemão tornou-se – aos 24 anos, 3 meses e 6 dias – no mais jovem bicampeão do mundo da modalidade, destronando o espanhol Fernando Alonso, que realizou o feito aos 25 anos, em 2005 e 2006, ao volante de um Renault.

O segredo, segundo Vettel, está na ambição:

“É realmente difícil tomar consciência que alcançámos (o título) pela segunda vez, mas penso que se estabelecermos constantemente novos objetivos, se tivermos ganas de vencer, se somos competitivos, se temos ambição; queremos estar presentes e apreciar esses (grandes) momentos”.

Vettel nasceu no ano em que a Red Bull entrou no mercado dos refrigerantes. Em 2006, tornou-se no mais jovem piloto de ensaios na Fórmula 1. Pouco tempo passou antes de se tornar no mais novo a marcar pontos e depois a vencer um Grande Prémio de Fórmula 1.

“Baby Schumi” ou “Menino Prodígio”, como é apelidado pela imprensa alemã, tem “tudo para ser melhor do que Schumacher”, afirma Niki Lauda.

Fã dos Beatles e dos Monty Python, Vettel tem o hábito dar nomes femininos aos seus bólides; Kylie, a “traquinas” valeu-lhe o segundo título mundial consecutivo, num ano em que foi o único piloto a pontuar nas 17 corridas do mundial já disputadas.

Nada mal para quem no Grande Prémio da Bélgica, em agosto do ano passado, numa tentativa demasiado otimista de ultrapassagem a Jenson Button, acabou por bater no britânico, o que levou o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh a classificar Vettel como “criança problema” da Fórmula 1.

Problema, hoje só se for para os adversários que não conseguem acompanhar o ritmo e a consistência do piloto de Heppenheim.