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Grécia entre as reformas e as greves

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Grécia entre as reformas e as greves

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A Grécia enfrenta nova onda de protestos e, desta vez, as uniões sindicais ameaçam, paralisar o país, durante dois dias consecutivos.
 
A promessa foi feita esta quinta-feira, durante uma manifestação que levou dirigentes sindicais até junto do parlamento.
 
Havia representantes de todos os setores laborais, incluindo a atividade privada, a administração pública, o ensino e, sobretudo, a saúde.
 
O Primeiro-Ministro, George Papandreou, esteve em Bruxelas e voltou a prometer reformas estruturais
  
“Nós precisamos de assegurar a confiança e acalmar os mercados, precisamos de crescimento e de investimentos sustentáveis, porque a Grécia tem um grande potencial, mas esse potencial foi, no passado, mal gerido. É por isso que queremos, prioritariamente, avançar com reformas”.
  
O Comissário Europeu, Olli Rehn, numa entrevista televisiva, deixou um apelo. Quer uma maior participação do setor privado, neste esforço de resgate:
 
“É importante que o setor privado também carregue parte da carga, como os organismos públicos e os contribuintes que estão a suportar parte dos encargos dos empréstimos e das garantias para a Grécia”.
 
A crise helénica ameaça o Euro e alguns dos maiores bancos europeus, expostos à dívida soberana de Atenas.
 
Nas ruas, os sindicatos continuam a protestar contra a austeridade que está a criar desemprego e a reduzir os rendimentos das famílias.