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Justiça francesa abandona queixa de violação contra Strauss-Kahn

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Justiça francesa abandona queixa de violação contra Strauss-Kahn

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A Justiça francesa abandonou a queixa por tentativa de violação da escritora e jornalista Tristane Banon contra Dominique Strauss-Kahn.

A procuradoria de Paris não dá continuidade ao caso por falta de provas, mas reconheceu a existência de uma agressão sexual. Os factos, que remontam a 2003, são no entanto considerados “prescritos”, sem provas de uma violação efetiva.

O advogado de Strauss-Kahn considera que “é um ato de Justiça óbvio. Não havia nada que estabelecesse que os factos descritos por Tristane Banon ocorreram como ela dizia e, portanto, são imaginários”.

Banon pode eventualmente abrir um processo civil contra o ex-patrão do Fundo Monetário Internacional. A decisão da Justiça coincide com o lançamento do livro onde a escritora oferece a sua versão dos factos, em jeito de ficção e sem mencionar diretamente Strauss-Kahn.

O advogado de Banon sublinha que “a procuradoria admitiu claramente que Strauss-Kahn é um predador sexual. Se Tristane tivesse avançado com a queixa em 2005 ou 2006, teria sido julgado e condenado”.

O ex-patrão do FMI pode ter escapado aos braços da Justiça em França, mas é ainda alvo de um processo civil nos Estados Unidos, apresentado pela empregada de hotel que o acusou de violação em Maio.