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Primeira-Ministra "confiante" que cheias não vão atingir o centro de Banguecoque

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Primeira-Ministra "confiante" que cheias não vão atingir o centro de Banguecoque

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A Primeira-Ministra da Tailândia manifestou-se “confiante” que as piores cheias dos últimos 50 anos, no país do sudeste asiático, não vão inundar o centro de Banguecoque.

Yingluck Shinawatra visitou, este domingo, os trabalhos que prosseguem para evitar o colapso da capital.

Uma das iniciativas foi colocar uma armada de mais de 1000 embarcações com os motores a trabalhar para aumentar a corrente do rio Chao Phraya e reduzir o caudal excessivo.

Banguecoque continua a resistir às águas, graças aos muitos diques e barragens erguidas a norte da cidade, mas o perigo ainda não passou.

Entre os estrangeiros na capital, há alguma preocupação, não tanto com Banguecoque mas com os subúrbios da cidade, já que a chuva intensa continua a assolar o território. Quem está só de passagem diz-se “tranquilo” apesar das notícias de mais chuva.

O governo está preocupado que as inundações afetem o turismo, um dos principais recursos da economia tailandesa.

As monções que, invulgarmente se prolongam desde julho, inundaram 2/3 do país, arruinando campos agrícolas, submergindo fábricas e engolindo aldeias pelo caminho.

Os prejuízos estão por agora estimados em mais de 2 mil milhões de euros e o crescimento do PIB foi revisto em baixa de 4 para 3,7% este ano.

Mais de 300 pessoas já perderam a vida nas cheias.