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A China deu mais um passo para se afirmar como potência espacial. Esta terça-feira foi lançado da base de Jiuquan, no deserto de Gobi, um foguete com uma nave não tripulada, a Shenzhou-8. A 200 quilómetros da Terra deu-se a separação. Dentro de dois dias a nave deverá acoplar ao laboratório Tiangong-1 que se encontra em órbita há um mês, a 343 quilómetros do nosso planeta. Esta manobra, se for bem sucedida, vai permitir à China construir a primeira estação espacial chinesa. Até à data, americanos e russos foram os únicos a dominar a tecnologia da acoplagem.

A porta-voz do programa espacial, Wu Ping, explicou que a nave está equipada com incubadores biológicos desenhados por cientistas alemães que vão permitir realizar 17 experiências.

Pequim conta enviar para o laboratório dois taiconautas em 2012 e, se tudo correr bem, no final da década a estação espacial chinesa estará operacional. Até lá deverão também ser enviadas para o espaço as primeiras mulheres. Em 2003 a China inaugurou as viagens espaciais tripuladas e em 2008 um taiconauta realizou o primeiro passeio espacial.

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