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O anúncio de um referendo na Grécia ao novo pacote de ajuda ao país surpreendeu os mercados, políticos e os próprios gregos.

Georges Papandreou justificou, na segunda-feira, que o governo tem “o dever de dar prioridade e sublinhar o papel e responsabilidade do cidadão.”

Nas ruas os gregos não escondem a surpresa e descontentamento.

“Estão a convocar um referendo depois de tudo o que decidiram? Porque estão a fazer isto? Para que se possam desresponsabilizar a para que outros assumam as responsabilidades e criarem um problema para o povo grego? Não considero isso correto!” considera esta grega.

Para outro cidadão, “O referendo representa o fracasso do governo e esta é uma tentativa de culpar o povo grego por esse fracasso. Se este referendo se realizar nada de bem advirá disso. Se votarmos a favor do FMI estamos condenados, se retornarmos ao dracma estamos condenados na mesma!”

Para outros a melhor solução seriam eleições antecipadas. “Não acredito que isto ajude. A melhor opção seria eleições.”

Uma sondagem realizada neste fim de semana mostrou que mais de metade dos gregos veem de forma negativa o plano. Isso indica que a nova ajuda pode ser rejeitada no referendo, que deve acontecer no início de 2012.

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