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Massacres sucedem-se na Síria

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Massacres sucedem-se na Síria

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A Síria conheceu um novo banho de sangue, apesar da promessa que o presidente Bashar el-Assad fez perante a Liga Árabe de retirar o exército das cidades e parar os ataques contra civis.
 
Segundo os ativistas anti-regime, só nos últimos dois dias foram mortas 50 pessoas.
 
Na capital, Damasco, os militares dispararam contra a multidão que assistia aos funerais de 24 civis mortos na quarta-feira e matou pelo menos 25 pessoas, incluindo 14 civis.
 
O lado fiel ao regime também sofreu baixas, com cinco soldados mortos numa emboscada, perto de Aleppo.
 
Em Homs, uma das cidades mais martirizadas, os habitantes dizem que o número de tanques nas ruas aumentou nos últimos dias, o que contraria os compromissos que Hassad assumiu perante os parceiros da Liga Árabe. Segundo as Nações Unidas, a repressão na Síria fez já mais de 3500 mortos.