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Moscovo mantém apoio a Damasco

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Moscovo mantém apoio a Damasco

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A repressão na Síria continua e acentuar o cenário de uma guerra civil no país.

Os países europeus estão a liderar um esforço para que a Assembleia Geral das Nações Unidas condene na próxima semana o regime de Damasco mas a oposição da Rússia é firme.

A Rússia mantém o seu apoio ao presidente sírio e defende que pressão é contrário de diálogo.

Durante uma conferência de imprensa conjunta com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, a Alta Representante da União Europeia para a Política Externa e Segurança, Catherine Ashton afirmou que “o futuro da Síria depende agora da capacidade de todos mantermos a pressão e descobrimos a maneira de avançarmos. E espero que haja um movimento importante nos proximos dias”.

Ashton elogiou a postura da Liga Árabe, que suspendeu a participação da Síria na organização.

Indignado com o que se passa no pais vizinho, primeiro-ministro turco, Recep Erdogan, acusou o ocidente de “mutismo” perante o massacre em curso na Síria e disse que os líderes agiriam de forma diferente se houvesse abundante petróleo naquele país.

“ A Síria parece não ser tão atraente como a Libia porque aqui não há petróleo. Mas quero dizer que os mortos da Síria sâo tão humanos como os mortos da Líbia”.

Há oito meses que os sírios se manifestam por reformas democráticas e pelo fim do reinado dos Assad e do seu partido Baas.

A luta contra o regime ganhou uma vertente armada com a criação de um Exército Livre, liderado por altas patentes que desertaram para a Turquia.