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França quer pressão do Conselho de Segurança sobre Damasco

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França quer pressão do Conselho de Segurança sobre Damasco

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Foi apelidada de a “sexta-feira da expulsão dos embaixadores do regime sírio no estrangeiro” e nas inúmeras manifestações que se sucederam na Síria há o registo de pelo menos 11 civis mortos, vítimas da repressão das forças de segurança. Dados avançados por organizações dos direitos humanos locais.

Por seu lado, a televisão estatal síria anunciou que três soldados foram abatidos por dissidentes das forças armadas.

Os protestos e as mortes terão ocorrido na zona de Damasco, Deraa, Hama e Homs. Em Damasco uma multidão de 2 mil pessoas realizou uma contra manifestação para apoiar o presidente Bashar al Assad.

No plano diplomático, o ministro dos Negócios Estrangeiros francês esteve em Ancara onde se encontrou com o homólogo turco. Fez referência a um “maior empenho do Conselho de Segurança numa crise que já fez pelo menos 3500 mortos e 20 mil detidos, tratados de maneira brutal, torturados”, referiu Alain Juppé. O chefe da diplomacia gaulesa sublinhou ser “inaceitável que o Conselho de Segurança não se pronuncie”.

Enquanto isso o prazo dado pela Liga Árabe para Damasco implementar o plano de resolução da crise termina este sábado. O organismo estuda um pedido de alteração ao plano conflito entregue por Damasco que prevê a visita de uma delegação de 500 observadores.

Em Istambul, centenas de sírios radicados na Turquia protestaram contra o regime em frente ao consulado do seu país.