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A tese do complô contra Strauss-Kahn

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A tese do complô contra Strauss-Kahn

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A novela do caso Dominique Strauss-Kahn conhece mais um episódio. A New York Review of Books levantou esta semana a questão do paradeiro do telemóvel que o ex-patrão do FMI utilizava na altura em que foi detido.

O telefone terá desaparecido sem deixar rasto e a conexão GPS que poderia permitir localizá-lo foi desativada.

O jornalista Edward Jay Epstein levanta a hipótese de Strauss-Kahn ter caído numa cilada preparada pelos seus opositores políticos franceses.

O líder do partido que apoia o presidente francês reagiu assim às questões dos jornalistas:

“Se há factos, se há provas claras, é evidente que todos temos que assumir as consequências. Mas enquanto se tratar apenas de rumores, de alegações na base de testemunhos anónimos dos quais nada sabemos, têm que perceber que mantenhamos algumas reservas”.

Segundo o jornalista americano, um próximo de Dominique Strauss-Kahn, que trabalhava para o partido UMP, tê-lo-à avisado no próprio dia em que foi detido que as mensagens do seu telefone privado estavam a ser lidas em França.

A mesma fonte põe em causa o comportamento dos representantes do hotel Sofitel neste caso.