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Egito vive marco democrático

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Egito vive marco democrático

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Os primeiros indícios revelam uma afluência elevada no Cairo, naquelas que deverão ser as primeiras eleições livres no Egito, depois da deposição do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro.

Os egípcios começaram a eleger um parlamento. Um processo que vai durar vários meses e que termina com a nomeação de uma assembleia constituinte.

Para já a votação decorre em várias cidades, incluindo a capital, Cairo, e Alexandria.

Amr Moussa, ex-Secretário-Geral da Liga Árabe, já votou. “Estou muito feliz e se perguntar a qualquer pessoa aqui elas lhe dirão que estão muito contentes. Este é o primeiro passo em perceber o objetivo desta revolução”, referiu.

A participação é um dos dados mais importantes, a afluência permite perceber o quem apoia o processo levado a cabo pelos militares.

A frustração de muitos egípcios explodiu nas últimas semana por causa do que manifestantes dizem ser uma grande lentidão na transição democrática. Os confrontos provocaram pelo menos 42 mortos.