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Dez dias cruciais para a sobrevivência do euro

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Dez dias cruciais para a sobrevivência do euro

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A pressão dos mercados sobre a dívida dos países da zona euro acelera o trabalho dos líderes europeus.

Em Bruxelas, esta manhã, à entrada da reunião da Ecofin, o comissário dos Assuntos Económicos filandês, Olli Rehn, lembrou que os próximos dez dias serão cruciais para a moeda única.

Um calendário que tem em conta o próximo dia 9 de Dezembro altura em que decorre uma cimeira europeia decisiva para a sobrevivência da zona euro.

“Temos que trabalhar em duas frentes de forma a atingir um nível de cridibilidade e confiança para suster a turbulência dos mercados e simultâneamente precisamos de reforçar o governo económico”, lembrou Olli Rehn.

Estas declarações surgem um dia depois de os ministros de Finanças da zona euro (Eurogrupo) terem deixado cair a meta de um bilião de euros para o reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira.

Ok Dez dias cruciais para a sobrevivência do euro

A pressão dos mercados sobre a dívida dos países da zona euro acelera o trabalho dos líderes europeus.

Em Bruxelas, esta manha, à entrada da reunião da Ecofin, o comissário dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, lembrou que os próximos dez dias serão cruciais para a moeda única.

Um calendário que tem em conta o próximo dia 9 de Dezembro altura em que decorre uma cimeira europeia decisiva para a sobrevivência da zona euro.

“Temos que trabalhar em duas frentes de forma a atingir um nível de credibilidade e confiança para suster a turbulência dos mercados e simultaneamente precisamos de reforçar o governo económico”, lembrou Olli Rehn.

Estas declarações surgem um dia depois de os ministros de Finanças da zona euro (Eurogrupo) terem deixado cair a meta de um bilião de euros para o reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF).

O ministro das Finanças sueco considera contudo que é necessário um esforço considerável em matéria de consolidação fiscal por parte de países como a Itália e Espanha.

“Nós dispomos de uma oportunidade na medida em que os governos nesses países foram renovados e há possibilidade de uma limpeza. Eles devem compreender que não existe lua-de-mel com os mercados. Se eles fizerem o necessário então a cimeira de Dezembro será mais credível e dará confiança às praças financeiras.”

Em Bruxelas o repórter da Euronews considera que “a União europeia não consegue resolver o problema de liquidez para ajudar os países mais fracos, cada vez mais numeroso. Os ministros estudam agora as últimas estatístias em busca indícios de crescimento económico, mas as decisões mais importantes, essas ficarão reservadas para a próxima semana”.