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Vozes de protesto numa cimeira do Clima sem acordo

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Vozes de protesto numa cimeira do Clima sem acordo

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Com as negociações estagnadas no que deveria ser o último dia da conferência do Clima em Durban, na África do Sul, as únicas vozes que se fizeram ouvir em uníssono foram as de protesto.

Uma centena de representantes de organizações ecologistas manifestou-se na entrada do salão plenário para exigir um acordo vinculante e ambicioso.

O protesto valeu ao diretor da Greenpeace, Kumi Naidoo, e a nove outras pessoas a expulsão do recinto.

A comissária europeia para as Mudanças Climáticas, Connie Hedegaard, afirmou que o documento apresentado pela presidência da cimeira não é aceitável para a União Europeia.

Bruxelas, apoiada por 120 países africanos e pelos Estados insulares mais ameaçados do Pacífico e das Caraíbas, quer um acordo juridicamente “vinculante” para o corte das emissões poluentes que entre em vigor em 2020.