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Genocídeo arménio opõe Fran4a e Turquia

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Genocídeo arménio opõe Fran4a e Turquia

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O genocídeo arménio, reconhecido pela França e negado pela Turquia, continua a separar os dois países.

O Primeiro-Ministro turco, Tayyip Erdogan, deixou uma advertência ao parlamento francês.

Se a França adoptar qualquer lei que venha a penalizar o negacionismo do genocídeo, a Turquia vai retaliar.

Erdogan promete recuperar temas incómodos para a França:

“Aqueles que querem ver o genocídio devem olhar em volta e ver a sua própria história sangrenta. Se a Assembleia Nacional francesa quer tomar uma posição de interesse na história pode fazê-lo que depois esclarecemos o que aconteceu em África, no Rwanda e na Argélia”.

A controvérsia pode continuar, em qualquer momento. O reconhecimento do genocídeo arménio, sob a forma de lei, pode levar a França a vetar a adesão turca à União Europeia.

É isso, sobretudo, que Erdogan pretende evitar e joga forte, nesse sentido.

Numa carta endereçada a Nicolas Sarkozy, diz que as intenções francesas terão consequências nos domínios político, económico e cultural.

Na missiva, Erdogan escreve que espera um recuo e que Sarkozy desista deste processo, considerado “hostil”, pela Turquia.