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Cento e sessenta milhões de trabalhadores norte-americanos estão em suspenso com a guerra que se trava no Congresso.

Os republicanos na Câmara dos Representantes opõem-se ao prolongamento, por dois meses, da redução nas contribuições pagas ao sistema federal de pensões. A medida foi aprovada no sábado por larga maioria no Senado.

A redução de dois por cento nas contribuições termina a 31 de dezembro. Os republicanos querem o prolongamento de um ano, mas recusam o aumento dos impostos dos mais ricos, exigido pelos democratas, para financiar a medida.

Um prolongamento de dois meses permitiria ganhar tempo de negociação sobre um tema caro a Barack Obama.

No sábado após o voto do Senado, o presidente norte-americano afirmava que não havia razões para que o Congresso não avançasse com o corte dos impostos à classe média em 2012 e esperava que o passo seguinte fosse uma mera formalidade.

Mas não será. A Câmara dos Representantes vota hoje a medida e os republicanos são maioritários. Com o ano eleitoral à frente ninguém quer ceder nem ser responsável.

Sem acordo, as contribuições passam em janeiro dos 4,2% para os 6,2 por cento. Cada trabalhador norte-americano terá de pagar, em média, mais mil dólares de impostos por ano.

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