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Coreia do Sul em alerta máximo

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Coreia do Sul em alerta máximo

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Na Coreia do Sul, a morte de Kim Jong Il provocou receios. O governo colocou o exército em estado de alerta e reforçou a vigilância da fronteira entre as duas coreias.

O presidente Myung Bak anulou a agenda para esta segunda-feira e convocou um conselho de segurança nacional, tendo pedido ao aliado americano, que mantém 28.500 soldados no território, para reforçar a vigilância por satélite e avião.

Para além das autoridades, também os cidadãos temem os efeitos do anúncio da morte do líder norte-coreano:

“Para reforçar a coesão interna, penso que vai haver alguma provocação da Coreia do Norte. Mas não estou muito preocupada com isso. Será apenas uma questão estratégica. E nós temos poder militar”, afirma uma cidadã de Seul.

“Penso que haverá um grande impacto nos nossos mercados e na economia, por isso estou preocupado. Ele sempre tratou mal as pessoas, mas esta notícia vai ter um efeito negativo a curto prazo, no entanto, acredito que será positivo, a longo prazo”, refere outro.

As duas coreias estão tecnicamente em guerra desde o armistício precário, assinado no final da guerra da Coreia, entre 1950 e 1953.