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A manhã despontou, com relativa calma, no Cairo, Egito, depois de mais uma noite de confrontos entre manifestantes e as forças de segurança.

Em três dias de violência, dez pessoas morreram e mais de meio milhar ficaram feridas.

Os Estados Unidos já demonstraram preocupação e apelaram ao fim dos conflitos.

A ONU denunciou o uso excessivo da força, pela polícia, uma informação comprovada pelos manifestantes.

“Durante a madrugada, até às sete da manhã, as forças de segurança perseguiram-nos até à praça Tahrir com bastões e munições reais. Só Deus sabe o que irá acontecer,” indaga um egípcio.

O primeiro-ministro, Kamal al-Ganzuri, afirmou que está em curso uma “contrarrevolução”, que não é feita pelos jovens da revolução.

Os manifestantes exigem que os militares entreguem o poder, enquanto prossegue a segunda fase das eleições legislativas. A primeira fase, realizada em um terço do país, resultou numa vitória dos partidos islamitas, que obtiveram 65 por cento dos votos.

A Irmandade Muçulmana foi a força política com maior destaque, conseguindo 36 por cento dos votos, enquanto que os fundamentalistas salafistas alcançaram 24 por cento.

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