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Japão, China e Coreia do Sul reagem à morte de Kim Jong-Il

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Japão, China e Coreia do Sul reagem à morte de Kim Jong-Il

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As consequências da morte de Kim Jong-Il sobre a estabilidade da região são uma incógnita.

Japão, China e Coreia do Sul reagiram ao anúncio da morte do líder norte-coreano.

A reação do governo nipónico foi feita publicamente pelo primeiro-ministro Yoshihiko Noda.¨

“Temos que garantir que este acontecimento súbito não vai afetar de forma negativa a paz e a estabilidade na Península Coreana.”

Na China, um dos principais aliados do regime de Pyongyang, muitos chineses depositaram flores junto à embaixada norte-coreana de Pequim.

A reação chinesa foi feita por um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Liu Weimin.

“A China e a Coreia do Norte vão esforçar-se para continuar a contribuir de forma positiva para consolidar e desenvolver a tradicional amizade entre os dois países, governos e povos, e para preservar a paz e a estabilidade na Península Coreana e em toda a região.”

Na Coreia do Sul não houve reação pública, mas foram muitas as celebrações pela morte de Kim Jong-Il.

Choo Seon-Hee, organizador de uma manifestação em Seul, afirma que “a notícia foi bem recebida porque Kim Jong-Il deixou morrer de fome muitos norte-coreanos e foi o principal criminoso no naufrágio do navio Cheonan e no ataque à ilha de Yeongpyeong. Por isso juntámo-nos aqui para celebrar a notícia” da sua morte.

Pyongyang e Seul nunca assinaram um tratado de paz, o que significa que, tecnicamente, as duas Coreias ainda estão em guerra.

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