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A contestação iniciada por trabalhadores do setor petrolífero no Sudoeste do Cazaquistão ganha amplitude.

Num país onde as manifestações são raras, a dimensão dos protestos atinge proporções inéditas nas últimas duas décadas.

Este domingo, cerca de 500 pessoas manifestaram-se na localidade de Aktau, desafiando um frio polar e uma forte presença policial.

Um manifestante diz que “está a ser espalhado sangue na cidade de Janaozen e houve um tiroteio em Shetpe” e pergunta se “é preciso tudo isso simplesmente porque as pessoas exigem os seus salários”.

Na sexta-feira, confrontos entre a polícia e trabalhadores da indústria petrolífera fizeram 14 mortos e uma centena de feridos em Janaozen, segundo um balanço oficial. No sábado, na aldeia vizinha de Shetpe uma pessoa morreu em novos confrontos.

Um conselheiro do presidente Nursultan Nazarbaiev disse que “não haverá uma revolução como no mundo árabe”.

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