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Economia da Alemanha resiste à crise

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Economia da Alemanha resiste à crise

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A Alemanha parece imune à crise. Ao contrário do esperado, o índice de confiança dos empresários alemães subiu em dezembro para 107,2 pontos. É a maior subida desde fevereiro e acima das expectativas.

Os dados do IFO indicam assim que a maior economia da zona euro está a resistir melhor do que previsto à crise, enquanto os vizinhos europeus veem deteriorar a situação económica, como destaca o presidente do Instituto, Hans Werner Sinn: “A construção está a ter um bom desempenho, as vendas a retalho também e mesmo o setor manufatureiro está em alta ligeira. Isto é extraordinário tendo em conta a tendência negativa global”.

Mas os economistas preveem que a economia sofra uma ligeira desaceleração. O Banco Central alemão, por exemplo, estima que a economia cresça 1,8% em 2013 e escassos 0,6% em 2012, contra os três deste ano.

Mas a crise ameaça reduzir a procura mundial e por consequência as exportações germânicas. O índice de confiança das indústrias registou, por isso, o terceiro mês consecutivo de queda em dezembro.

A fomentar o crescimento tem estado o consumo interno, que no terceiro trimestre subiu 0,5 por cento, e a confiança das famílias, que continua estável.