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EUA cautelosos enquanto Rússia diz que morte de Kim Jong-Il não afeta relações

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EUA cautelosos enquanto Rússia diz que morte de Kim Jong-Il não afeta relações

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Os Estados Unidos reagiram com cautela à morte de Kim Jong-Il. Apesar de não esperar grandes mudanças do regime norte-coreano, Washington apelou a Pyongyang para tomar “medidas concretas” no sentido da desnuclearização.

Depois de um encontro com o homólogo japonês, a chefe da diplomacia norte-americana, Hillary Clinton, disse que os Estados Unidos e o Japão “partilham um interesse comum numa transição pacífica e estável na Coreia do Norte e reiteram as esperanças de uma melhoria nas relações com o povo norte-coreano, cujo bem-estar continua a ser fonte de grandes preocupações”.

Os analistas acreditam que a Rússia continuará a ser um parceiro estratégico da Coreia do Norte.

O diretor do Instituto russo de Estudos do Extremo Oriente afirma que “o regime é estável e não haverá qualquer luta de poder num futuro próximo. A Coreia do Norte está preocupada com tornar-se demasiado dependente da China e, para equilibrar, poderá desenvolver as relações com a Rússia”.

O presidente russo, Dmitri Medvedev, que recebeu em Agosto Kim Jong-Il no Lago Baikal, enviou condolências a Pyongyang, enquanto o chefe da diplomacia do Kremlin sublinhou que as relações entre os dois países não serão afetadas.