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Abalo de 5.8 lança o pânico na Nova Zelândia

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Abalo de 5.8 lança o pânico na Nova Zelândia

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E, subitamente, mais um sismo atingiu a Nova Zelândia.

Desta vez, não houve registo de vítimas na cidade de Christchurch, na sequência do abalo que marcou 5.8, na escala de Richter, e das réplicas subsequentes.

Mas o susto e a memória do tremor de Fevereiro passado, que matou 182 pessoas, provocou inúmeros ataques de pânico, a maior ocorrência nos serviços de apoio médico.

Mais de 15 mil habitantes ficaram sem eletricidade. Em pleno período natalício, o concorrido aeroporto de Christchurch teve de ser evacuado.

Uma neozelandesa relatou que o sismo “foi rápido e terminou num curto espaço de tempo. Não foi daqueles momentos intermináveis. Quando se percebeu que os tetos não iam cair, foi uma questão de esperar que acabasse.” Outra testemunha considera, por outro lado, “que este abalo foi muito forte”, mesmo comparando com os últimos.

Há 10 meses, o tremor provocou danos materiais no valor de 12 mil milhões de euros. Os neozelandeses vivem prevenidos para estas eventualidades: o país repousa sobre a fronteira entre duas placas tectónicas.