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O mundo do desporto mais pobre depois de 2011

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O mundo do desporto mais pobre depois de 2011

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Nem só de vitórias e sorrisos ficou marcado o ano de 2011, que viu partir alguns nomes que deixaram marca no desporto mundial.

A começar pela tragédia que se abateu sobre o Lokomotiv Yaroslavl, equipa russa de hóquei em gelo que viu 37 elementos perderem a vida após um acidente de aviação.

Alguns perderam a derradeira batalha contra o seu próprio corpo depois de uma carreira recheada de vitórias. Foi o caso de Severiano Ballesteros e Joe Frazier. O golfista espanhol contava 54 anos, o pugilista norte-americano 67, ambos ficarão para sempre recordados por vencerem quando todos julgavam impossível.

Outros morreram a fazer aquilo que mais gostavam. Os desportos motorizados implicam uma elevada dose de risco mas Marco Simoncelli, uma das grandes promessas do motociclismo mundial e Dan Wheldon, vencedor do campeonato de Fórmula Indy em 2005 acabaram por pagar um preço demasiado alto.

O desporto rei naturalmente não ficou imune. A 27 de novembro o futebol inglês ficou chocado com o suicídio de Gary Speed, selecionador do País de Gales e um dos melhores profissionais a pisar os relvados britânicos.

Uma semana depois foi a vez do Brasil chorar a morte de Sócrates. Génio do escrete canarinho que encantou o mundo sem o conquistar. A sua maior vitória surgiu fora das quatro linhas, contribuindo de forma decisiva para a implementação da democracia no seu país.