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Dinamarca inaugura presidência de "baixo custo" para enfrentar crise na UE

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Dinamarca inaugura presidência de "baixo custo" para enfrentar crise na UE

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Apesar de oficialmente iniciada a 1 de Janeiro, a presidência dinamarquesa da União Europeia (primeiro semestre de 2012) tem vários momentos simbólicos como a receção aos membros da Comissão Europeia pelo governo da Dinamarca, em Copenhaga.

Viajar de autocarro em vez de luxuosas viaturas e menos presentes para dignitários são algumas das medidas para uma versão de baixo custo da presidência, estimada em 35 milhões de euros – um terço do que custou a polaca, que a antecedeu.

Mas cerimónias à parte, o executivo de Copenhaga sabe que tem seis meses difícies pela frente face à agudização da crise da dívida soberana. “Estamos agora a analisar o pacto orçamental. Todos os 27, isto é 26, estados-membros estão a fazê-lo e a Dinamarca tomará as suas decisões no final”, disse a primeira-ministra Helle Thorning Schmidt, depois de dar as boas-vindas ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso.

A chefe de Governo corrigiu para 26 porque o Reino Unido já disse que não aceita o novo tratado. Mas embora também não pertença à zona euro, a Dinamarca diz que quer ser uma “ponte sobre águas turbulentas”, mantendo a coesão entre os 17 membros do euro e os outros 10 que acabarão sempre por ser afetados pelas suas decisões.