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Missão de observadores falha na Síria segundo dissidentes

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Missão de observadores falha na Síria segundo dissidentes

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A Liga Árabe desmente a continuação de demissões no seio do grupo de observadores na Síria.

A polémica começou com saída do observador argelino Anwar Malek.

Alguns países da própria Liga defendem o fim da missão, assim como o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, por considerarem que é altura de assumirem que fracassaram no esforço de travar a violência do regime.

O chefe da missão tenta minimizar as palavras do observador argelino e garante que as coisas que foram ditas não correspondem à verdade.

O general sudanês Al-Dabi – figura polémica que esteve envolvido no massacre do Darfur – acusa Malek de não ter feito o trabalho de campo.

A tensão neste grupo revela igualmente divisões dentro da Liga Árabe. O Qatar quer assumir o fracasso da iniciativa de paz com Assad e avançar com outras medidas.

A violência não acalmou desde a chega da missão à Síria. Em Homs a repressão continua.

Do lado da fronteira turca com a Síria milhares de refugiados amontoam-se e pedem para regressar a casa mas estão impedidos de o fazer por razões de sgurança. As manifestações pro-democracia que começaram em meados de março, continuam e a repressão militar do regime de Damasco fez já mais de cinco mil mortos.