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Continua pelo quarto dia consecutivo a greve nacional que paralisou a Nigéria.

Os trabalhadores do setor petrolífero ameaçam parar a produção e colocam assim o governo sob pressão, enquanto o executivo procura parar os ataques contra cristãos, atribuídos ao grupo islamista Boko Haram, no norte do país.

Lagos, a principal cidade da Nigéria, com cerca de 15 milhões de habitantes, teve uma manifestação pacífica de cerca de 10 mil pessoas.

Os sindicatos do setor de petróleo ameaçam parar a produção. Um deles afirmou que todas as plataformas de produção estão em “alerta”.

Os protestos foram desencadeados pelo aumento do preço da gasolina no dia um de janeiro, altura em que o governo cortou subsídios e o duplicou as tarifas.

O descontentamento generalizado e a tensão religiosa no norte do país, que já causou dezenas de mortos, deixam a Nigéria sob a ameaça de guerra civil.

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