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FEEF diminuído pela Standard & Poor’s

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FEEF diminuído pela Standard & Poor’s

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Depois de baixar a nota a nove países da zona euro a agência Standard & Poor’s cortou em um nível, o rating de crédito do Fundo Europeu de Estabilização Financeira.

O presidente do BCE, Mário Draghi, reagiu declarando que os países triplo A vão ter de aumentar as suas contribuições para o fundo europeu de resgate se quieserem que seja mantida a sua capacidade de intervenção.

França e Áustria perderam a notação máxima, pela primeira vez, e 16 países da Zona Euro estão em risco de ver o seu rating cortado nos próximos meses.

Apenas a Alemanha saiu ilesa e mantém o triplo A com perspectiva estável.

Na sexta-feira, os ministros das Finanças europeus reagiram a esta razia da S&P defendendo a necessidade de manter a notação do fundo de resgate, algo que não aconteceu.

Agora,com este corte, os custos de financiamento poderão agravar-se, com repercussões nos juros pagos por Portugal pelo programa de ajuda financeira.

A S&P já tinha ameaçado, em Dezembro, reduzir o rating do FEEF, estando dependente dos países de triplo A e bastaria, como se viu um país perder o «AAA», como aconteceu com a França, para se reflectir na nota do fundo de resgate.

Draghi considera que os compromisso feitos pelos líderes das principais economias são vitais, e não exclusivamente em relação ao fundo de Estabilidade.

O FEEF passa a estar classificado com a nota AA+, a mesma atribuída à França e à Áustria.