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Sarkozy quer reformas laborais para fazer face ao desemprego

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Sarkozy quer reformas laborais para fazer face ao desemprego

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A três meses das eleições, Nicolas Sarkozy reune com parceiros sociais para pedir colaboração sobre a reforma laboral.

Todos os organismos foram recebidos no Palácio do Eliseu, no final o chefe de Estado, cuja recandidatura não foi ainda anunciada informou sobre algumas das medidas de intenção assumidas neste encontro. “Decidimos que não haverá carga fiscal para os jovens nas pequenas empresas e prevemos ainda um plano sem precedentes de formação para os jovens desempregados de longa duração, aqueles que não trabalham há mais de dois anos”.

A França acaba de perder sua nota de crédito, o triplo A, aproxima-se da recessão.

Nesse cenário, Sarkozy diz que a cimeira que é uma oportunidade.

O líder da CGT denuncia que o presidente da república fez um mau diagnostico da situação para justificar o desemprego ou o nível de desenprego. “A culpa é dos trabalhadores que custam muito caro? Recusamos este argumento”.

Em França o desemprego encontra-se próximo do seu maior índice em 12 anos, e economia atravessa um periodo de grave crise.

As últimas sondagens indicam que se as eleições fossem hoje Sarkozy seria derrotado.