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Famílias prestam tributo às vítimas do Concordia

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Famílias prestam tributo às vítimas do Concordia

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As famílias das vítimas do paquete Costa Concordia continuam a prestar-lhes homenagem, lançando flores no local onde a embarcação encalhou.

Outros, ainda esperam notícias dos 24 desaparecidos.

Esta sexta-feira, na pequena ilha italiana de Giglio, representantes de vários organismos reuniram-se de urgência, para decidir, em que momento devem ser retomnadas as buscas.

Durante a manhã, as operações foram suspensas, porque as condições atmosféricas eram consideradas adversas.

Os ventos fortes provocaram mesmo uma deslocação do navio.

A Proteção Civil diz que a proa se está a deslocar 7 milímetros por hora e a ré 15.

São valores aparentemente pouco significativos mas que impedem a descida dos mergulhadores e a sua entrada no navio.

Para além das 11 mortes confirmadas, há também 24 desaparecidos. Doze são alemães, cinco italianos, dois franceses, dois americanos e ainda três tripulantes: um italiano, um peruano e um indiano.

Outro aspeto que preocupa as autoridades é o da bombagem do combustível dos tanques. Com esta instabilidade, a operação é considerada perigosa, podendo originar uma maré negra.

Mas a permanência do gasóleo pode também provocar uma tragédia ecológica, em caso de fuga.

Uma preocupação redobrada, por se tratar do arquipélago da Toscania, classificado de reserva natural.

É uma possibilidade que não está excluída, atendendo à situação crítica do navio e ao estado geral do tempo, na zona.

A reunião desta tarde deve decidir o prosseguimento das operações, embora com reservas.