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Damasco rejeita proposta da Liga Árabe

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Damasco rejeita proposta da Liga Árabe

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Um ataque à soberania nacional. É desta forma que o presidente sírio classifica a proposta da Liga Árabe.

Bashar al-Assad recusa transferir os poderes para o vice-presidente e a formação de um governo de unidade nacional nos próximos dois meses, como pedia a organização.

Os reptos foram lançados, este domingo, a partir do Cairo pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da Liga Árabe.

Indiferente às críticas e à ausência de resultados, a organização decidiu prolongar a missão na Síria por mais 30 dias. Mas desta vez, não vai contar com a Arábia Saudita que acusa o regime sírio de desrespeitar o plano de paz.

A violência no país arrasta-se desde março e, de acordo com a ONU, já provocou mais de 5000 mortos.

Esta segunda-feira, a União Europeia adotou novas sanções contra Damasco. As medidas atingem oito organizações e mais de duas dezenas de pessoas.

As manifestações contra o regime de Bashar al-Assad não dão sinais de abrandar. Hoje, milhares de pessoas voltaram a desafiar o partido no poder.

Desta vez, e em algumas cidades muitos os optaram por fazer greve.