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Os desafios do novo parlamento egípcio

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Os desafios do novo parlamento egípcio

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Foi em silêncio que arrancou a primeira sessão do novo parlamento egípcio.

A assembleia do povo, com cerca de 500 deputados, é dominada pelos partidos islamitas que, esta segunda-feira, lembraram os mártires da revolução.

O Partido da Liberdade e Justiça, braço político da Irmandade Muçulmana, foi o grande vencedor das primeiras eleições pós-Mubarack.

Há cerca de um ano, os egipcios pediam a queda do um regime, hoje pedem a libertação dos cerca de 10 mil prisioneiros políticos. Pessoas que se manifestaram contra o marechal Hussein Tantawi, a autoridade máxima no país.

Um deputado explica que o Egito tem pela frente três grandes desafios: a coordenação entre a maioria islamita, a relação com o conselho militar durante o período de transição e a organização das eleições presidenciais.

Antes das presidenciais, está a votação para a Câmara Alta que arranca este domingo e se estende até março.

Euronews: Um Parlamento eleito democraticamente é o primeiro fruto da revolução egipcia, mas aqui são, ainda, muitas as dificuldades.