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Campanha eleitoral russa envolta em polémica

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Campanha eleitoral russa envolta em polémica

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A Comissão Eleitoral Central russa diz que não irá autorizar a participação do dirigente do partido liberal Iabloko, Gregori Iavlinski, nas eleições presidenciais.

O motivo para justifcar esta decisão tem a ver com o número excessivo de assinaturas não reconhecidas o que invalida o processo. Iavlinski pode ainda recorrer aos tribunais.

A Golos, agência independente que observa as eleições, acusou, por seu turno as autoridades russas de estarem por detrás de uma tentativa de silenciamento. Os escritórios em Moscovo foram atacados, a luz e as comunicações cortadas.

Apesar das denúncias da oposição, o eleitorado mostra ainda preferência por Vladimir Putin.

As intenções de voto indica hoje que o primeiro ministro pode contar com 52% das preferências do eleitorado.

Putin criou um site de campanha, o lema “Vamos mudar a Rússia juntos”, divulgou metas do seu programa de governo concedeu entrevistas às principais publicações nacionais.

A oposição promete não dar tréguas e confirmou para sábado, 4 de fevereiro, exatamente um mês antes das eleições presidenciais, novas manifestações em toda o país.