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Líbia: Milícias armadas preocupam ONU

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Líbia: Milícias armadas preocupam ONU

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A situação na Líbia é preocupante. A ONU lançou o alerta porque o governo provisório é incapaz de controlar as milícias. Milhares de armas continuam na posse dos combatentes que lutaram contra o regime de Kadhafi. Os combates sangrentos ocorridos há poucos dias em Bani Walid e em Tripoli foram, afinal, entre milícias que participaram na revolução.

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, explicou esta quarta-feira ao conselho de segurança que “o governo provisório não exerce um controlo efetivo sobre as brigadas revolucionárias. O armamento ligeiro e pesado nas mãos destas brigadas é uma ameaça para a segurança pública e para a proteção dos direitos humanos da população.” Navi Pillay mostrou-se também “muito preocupada com as condições de detenção e tratamento dos prisioneiros das brigadas revolucionárias.”

A ONU desconhece o número exato destes prisioneiros mas estima que só em Tripoli sejam mais de 8.000. Grande parte são originários da África subsariana e continuam a ser sujeitos a tortura. O governo provisório tem tentado recuperar os prisioneiros mas a falta de meios impede uma ação efetiva.

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A situação na Líbia é preocupante. A ONU lançou o alerta porque o governo provisório é incapaz de controlar as milícias. Milhares de armas continuam na posse dos combatentes que lutaram contra o regime de Kadhafi. Os combates sangrentos ocorridos há poucos dias em Bani Wali e em Tripoli foram, afinal, entre milícias que participaram na revolução.

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, explicou esta quarta-feira ao conselho de segurança que “o governo provisório não exerce um controlo efetivo sobre as brigadas revolucionárias. O armamento ligeiro e pesado nas mãos destas brigadas é uma ameaça para a segurança pública e para a proteção dos direitos humanos da população.”