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Primeira-ministra escapa à fúria de manifestantes

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Primeira-ministra escapa à fúria de manifestantes

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Naquele que para uns é o “ia da Austrália” e para outros o “Dia da Invasão” as coisas não correram bem para a primeira-ministra Juli Gillard e o chefe da oposição Tony Abbot durante uma cerimónia num restaurante em Camberra.
 
Os dois dirigentes australianos ficaram cercados durante 20 minutos por cerca de 200 militantes ativistas e aborígenes. Depois os rivais políticos tiveram que sair abraçados, protegidos por polícia e segurança.
 
O “Dia da Austrália” evoca a chegada dos britânicos em 1788, mas os indígenas é o dia da invasão que relembra a opressão de que foram alvo.
 
Estima-se que a população aborígene fosse um milhão na altura da chegada dos britânicos. Agora não deverão ultrapassar os 480 mil.
 
Em 2008, o primeiro-ministro da altura, Kevin Rudd, apresentou formalmente um pedido de desculpas pelos abusos cometidos pelos brancos contra os aborígenes