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Desemprego recorde na zona euro

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Desemprego recorde na zona euro

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A taxa de desemprego na zona euro atingiu, em dezembro, 10,4 por cento. É o valor mais elevado desde junho de 1998, antes da introdução da moeda única.

Em Portugal a taxa subiu para 13,6 por cento. É a quarta mais elevada, depois da Irlanda, Grécia e, sobretudo, Espanha, o primeiro país da lista, com 22,9% de desemprego.

À porta do centro de emprego, Alexei explica que está desempregado desde julho de 2010. Pensa abandonar Espanha e ir para os Estados Unidos. Todos na família estão desempregados e em casa há pouco dinheiro e nenhuma perspetiva.

Com uma taxa de desemprego a subir para 10,4 por cento, a zona euro tem 16,5 milhões de pessoas sem trabalho e os jovens são os mais penalizados.

Já na Alemanha a tendência é de queda.

O desemprego caiu, em janeiro, para 6,8 por cento, o nível mais baixo desde a Reunificação. A queda superou as previsões e é a prova da boa saúde da economia alemã, como destacou a ministra do Trabalho, Ursula von der Leyen: “Ainda sentimos os efeitos da retoma da economia. Vemos também que, em certos setores e regiões, as empresas têm dificuldades em contratar a pessoa certa para o posto de trabalho”.

Berlim continua com um melhor desempenho do que os restantes parceiros da zona euro, mas reconhece que a crescente taxa de desemprego e as medidas de austeridade na zona euro podem ter efeitos nas futuras previsões económicas do país.