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Raios ultravioleta lançam caos no desporto alemão

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Raios ultravioleta lançam caos no desporto alemão

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O desporto alemão foi abalado pela publicação de uma lista de 28 atletas suspeitos de pertencerem a uma rede de dopagem, que operava com recurso à exposição do sangue a raios ultravioleta.

No centro da polémica está Andreas Franke, médico que trabalhou no centro de treino olímpico em Erfurt, e para já o único acusado no processo. Franke até admitiu utilizar o método, mas apenas para auxiliar no combate a infeções.

Na lista encontram-se vários nomes conhecidos do desporto mundial com destaque para Nils Schumann, campeão olímpico nos 800 metros em Sydney, Marcel Kittel, jovem sprinter que venceu 17 etapas em 2011, James Beckford, jamaicano que foi por duas vezes vice-campeão do mundo no salto em comprimento e Claudia Pechstein, penta-campeã olímpica na patinagem de velocidade.

O método de expor o sangue a raios ultravioleta tem por objetivo acelerar a oxigenação sanguínea, apesar de não faltar quem ponha em causa a sua eficácia. Ainda assim trata-se de um procedimento proibido pela Agência Mundial Anti-Dopagem caso não exista uma razão médica que o justifique.