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Massacre de Homs aumenta pressão sobre Damasco e Moscovo

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Massacre de Homs aumenta pressão sobre Damasco e Moscovo

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O exército sírio é acusado de ter levado a cabo, esta noite, o maior massacre de civis desde o início da revolta contra o regime de Bashar Al Assad.

Segundo o Conselho Nacional Sírio, que agrupa a oposição, mais de 260 pessoas terão morrido na cidade de Homs, em apenas três horas, na sequência do bombardeamento da cidade.

Damasco desmentiu esta manhã ter realizado qualquer ataque, acusando os media internacionais de manipularem informação para aumentar a pressão sobre a Síria no conselho de segurança da ONU.

A oposição síria reagiu ao ataque desta noite organizando protestos junto às embaixadas do país no Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos.

No Egito, um grupo de manifestantes invadiu a embaixada síria no Cairo, vandalizando o edifício antes de o incendiar.

O bombardeamento desta noite ocorre no dia em que o Conselho de Segurança da ONU deverá reunir-se para votar uma resolução contra o regime sírio, para condenar a violência e exigir uma transição política.

A Rússia, que se recusa a apelar à demissão de Bashar Al Assad, afirmou hoje, pela voz do ministro dos negócios estrangeiros, que a opção de organizar hoje uma votação na ONU seria “inconveniente” e “um escândalo”.