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Grécia volta a parar

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Grécia volta a parar

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Mais um dia de greve geral na Grécia, o mesmo em que os partidos renegoceiam as medidas de austeridade.

A última noite foi de mais protestos, na sequência da decisão do Governo despedir 15 mil funcionários públicos, ainda este ano.

Também esta noite, o primeiro-ministro grego voltou às negociações com a troika, um processo que o Ministro das Finanças remete para a mitologia…

“Nenhum de nós é Hércules para enfrentar Hidra sozinho, temos que combater juntos, sem arrogância ou mesquinharias, para convencer os cidadãos gregos, para lhes dar uma imagem geral do programa e para avançarmos para a solução que escolhemos que é ficar no Euro, ficar na Europa e lutar para recuperar o terreno perdido”, afirma Evangelos Venizelos.

A greve geral, a primeira do ano, foi convocada pelos dois principais sindicatos dos setores público e privado. Os gregos continuam descontentes.

“Estão a arrastar-nos para a lama. Não percebo”, afirma um grego.

“Os políticos deviam sair e libertar as pessoas que eles destruíram e que lutam contra eles nas ruas. Trabalhámos durante 30 anos para ter uma vida melhor e agora eles pioraram tudo”, diz uma grega.

A data limite para um entendimento sobre um segundo resgate já passou mas chegar a um consenso não está a ser fácil.