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Homs cidade mártir, enfrenta bombas de Assad

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Homs cidade mártir, enfrenta bombas de Assad

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O bastião da oposição síria sofre o maior ataque de sempre, desde o início da rebelião. As forças do regime intensificam os bombardeamentos contra Homs, esta terça-feira, e dezenas de pessoas terão morrido, segundo grupos de direitos humanos.

Bairros inteiros estão sem electricidade, sem telefone e internet.

Depois do veto da China e da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, os Estados Unidos retiraram o seu embaixador de Damasco.

A representante norte-americana na ONU, Susan Rice diz: “O fato de a China e a Rússia se colocarem ao lado de um ditador, em vez de escutarem o povo sírio e muitas vozes no Médio Oriente é dececionante e vergonhoso. Creio que é uma decisão que vão lamentar quando a Síria democrática se lembrar deste momento”.

Hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergei Labrov é esperado em Damasco, não se sabe se com intenções de mediação. Para justificar a violência o governo sírio diz estar a combater grupos armados que têm apoio estrangeiro.