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Liga Árabe insiste em soluções pacíficas para a Síria


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Liga Árabe insiste em soluções pacíficas para a Síria

A Liga Árabe propôs um plano para a Síria no dia 22 de janeiro. Já tinha proposto um acordo, em novembro passado, aprovado pela Síria, que previa o fim da violência, a libertação dos presos, a retirada do exército e a livre circulação dos observadores e dos jornalistas.

Há menos de duas semanas, a Liga traçava um novo plano que exige uma transferência do poder do presidente Assad para o adjunto, seguida da formação de um governo de união nacional nos próximos dois meses, para organizar eleições legislativas e presidenciais pluralistas e livres, com supervisão árabe e internacional.

Damasco rejeitou esta solução e qualificou-a de ingerência flagrante nos Assuntos Internos.

Foi então que a Liga se virou para a ONU, para fazer aprovar o plano através de uma resolução.

A derrota foi chocante por causa do veto da China e da Rússia.

A Liga Árabe, que tinha decidido prolongar a missão dos próprios observadores no âmbito do primeiro plano de dezembro, decidiu terminá-la, devido à deterioração da situação.

Mas, apesar da urgência, continua a acreditar numa transição pacífica para evitar o cenário da Líbia.

Nabil Elaraby, secretário geral da Liga Árabe:

“- Há duas alternativas, chamemos-lhes assim: uma delas é solução radical líbia, o que descartamos, ninguém quer nada do género, a Liga Árabe não quer. A outra é como examinar uma pessoa que está verdadeiramente doente e dar-lhe um medicamento. E é o que estamos a tentar fazer. Estamos a tentar acalmar as coisas, manter a situação sob controlo.”

Mas quem tem esperança em que o doente coopere?

Como diz também Nabil Elaraby, desde julho que a Liga Árabe tenta convencer Al Assad a parar com o banho de sangue e iniciar as reformas democráticas. Al Assad continua indiferente.

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