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Síria: observadores da ONU poderão juntar-se à missão da Liga Árabe

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Síria: observadores da ONU poderão juntar-se à missão da Liga Árabe

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O exército sírio voltou a bombardear a cidade de Homs pelo sexto dia consecutivo. Segundo a oposição, mais de cem pessoas terão morrido durante os ataques desta quinta-feira, a maioria civis.

Uma situação que voltou a ser condenada em uníssono pela comunidade internacional, de Washington a Bruxelas. Para Moscovo, que se opõe a qualquer ação internacional para condenar o regime, trata-se de um banho de sangue “lamentável, mais próximo de uma guerra civil do que de uma revolução”.

Face ao veto russo e chinês no Conselho de Segurança da ONU, a diplomacia internacional estuda agora a possibilidade de enviar uma missão conjunta de observadores da Liga Árabe e das Nações Unidas.

Uma proposta que necessitará da aprovação de Damasco e que deverá ser discutida na reunião da Liga Árabe de domingo, num momento em que o regime sírio aperta o cerco à oposição, também na internet.

O presidente Bashar Al Assad promulgou ontem uma lei contra o cibercrime, que prevê penas de mais de um ano de prisão para quem difunda informações que atentem contra o estado e a ordem pública.

Um gesto que tenta limitar a difusão, via internet, dos vídeos dos ataques dos últimos dias, os únicos testemunhos da situação atual no país.