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Alepo não escapa à violência da revolta síria, Homs continua debaixo de fogo

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Alepo não escapa à violência da revolta síria, Homs continua debaixo de fogo

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Foram os piores ataques na capital económica da Síria desde o início da revolta. Os atentados com carros armadilhados contra dois edifícios das forças de segurança síria na cidade de Alepo mataram pelo menos 28 pessoas e feriram 175.

Numa carta enviada ao secretário-geral das Nações Unidas, Damasco afirma que os ataques foram perpetrados por “terroristas” apoiados pelas nações árabes e ocidentais. Vários grupos da oposição afirmam que o incidente é mais uma encenação do regime de Bashar al-Assad.

Em Homs, continuam os bombardeamentos das forças governamentais. De acordo com ativistas, a cidade que se tornou no símbolo da revolta síria voltou a ser alvo dos ataques de artilharia pesada.

Só este sábado quatro pessoas morreram. Ao que tudo indica, as vítimas mortais encontravam-se num edifício atingido pelos disparos de tanques.

A violência provocada pela revolta síria já não está só confinada às fronteiras do país. Na cidade libanesa de Tripoli, uma manifestação contra o regime de Damasco acabou em confrontos armados entre apoiantes e opositores a Bashar al-Assad.

Dois soldados e quatro civis ficaram feridos.