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Amnistia diz que a crise humanitária síria se está a agravar

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Amnistia diz que a crise humanitária síria se está a agravar

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A crise humanitária está agravar-se na Síria, especialmente na região da cidade de Homs que tem sido o centro da guerra.

Mas os combates estão a estender-se a outras cidades do norte do país, criando novas situações de emergência.

Para além dos mortos, há centenas de feridos sem assistência. As equipas de socorro não chegam aos locais onde são mais necessárias.

“Nós recebemos os nomes de cerca de 250 pessoas que foram mortas em Homs, incluindo 17 crianças. Centenas de pessoas ficaram feridas. O que nos está a preocupar, verdadeiramente, é que há problemas graves, com os cuidados médicos, para assistir os feridos. Há grandes dificuldades em enviar equipamento médico para as equipas sanitárias da cidade. Vimos mesmo hospitais de campanha usados como escudos. Esta é uma crise humanitária realmente grave em Homs”, diz, em Londres, um porta-voz da Amnistia Internacional.

Os bombardeamentos sucedem-se e os rebeldes acusam o exército que fustigar as populações civis.

O regime devolve as acusações e diz que são “grupos de terroristas” que estão a atacar as populações, para depois fazerem propaganda contra o governo de Bashar al-Assad